segunda-feira, 16 de março de 2009

Equalizando as idéias

Um nó difícil de desatar

Desde o último post aqui são alguns meses. Juro que não sei explicar o porquê de tantos hiatos, porque até existe o tempo para uso da Internet na minha vida, mas é aquilo: sempre pinta algo mais “emergencial”, ou “insignificante” (sinta o paradoxo!) que me empurra pra longe de escrever algo aqui. Mas aqui estamos de volta!
Nestes meses todos de distância o mundo deu uma verdadeira reviravolta. No último post, existia apenas o perigo de uma crise econômica mundial. Hoje ela é fato. Tanto é que é só analisar o quanto de gente que esta desempregada nos atuais dias, o quanto de pontualidade que você possa ter perdido quando o assunto é contas a pagar, o quanto de sonhos honestos que você teve que abandonar nos últimos meses....e por aí vai.
A crise não mexe só no bolso, mexe também com a auto estima do povo.
No fim do túnel surge Barak Obama, negro e com sobrenome muçulmano, assume os EUA totalmente falido e afundado devido às administrações racistas e criminosas de seus antigos administradores, em especial, George W. Bush. Porém, o outrora improvável acontece, justamente na nação onde o crime racial come solto no mundo. Obama representa a esperança do mundo que caminha para seu caos mais significativo, tanto sócio-econômicamente como ecologicamente falando.
Talvez você que esteja lendo estas linhas esteja pensando: “poxa, mais um falando do mesmo assunto...”. Tudo bem! Sou mais um falando sim do mesmo assunto, porém estou aproveitando a oportunidade de dar o meu ponto de vista. Me sinto no direito de expressar meu desgosto pelo atual momento. Quem paga o pato é o povo e eu faço parte dele, diretamente da periferia e diretamente de onde não é qualquer um que obtém o respeito.
Eu citei acima os “sonhos honestos” que somos obrigados a abandonar, mesmo que lá na frente consigamos a sofrida retomada do mesmo. No meu caso, eu casaria com a minha noiva esse ano, mas adivinha? Está adiado! A explicação está na crise, meu amigo...
Porém, não gostaria que estas linhas fossem lidas de modo negativista. A crise existe sim, mas a criatividade e o talento salvam (creio nisso desde que me entendo por gente). Encontrem sua forma de superar a crise e sobreviva. Aliás, deixem eu começar a procurar a minha deste lado..rsrs!
Adiós amigos e “bora Obama, tira o mundo da lama” e conte conosco (só que com carteira assinada, ok?rs).

(ouvindo "Nicotine and Gravy, de Beck - álbum "Midnite Vultures" de 1999)

Um comentário:

Marcos Woodbass disse...

que bom que voltou a atualizar o blog! gosto daqui cara!
então, fui pego pela crise tbem. faço das suas palavras as minhas.
carteira assinada é algo que anda faltando....
grande abraço